← Voltar aos Procedimentos Operacionais Padrão

Ronda e Vigilância de Instalações

Procedimento Operacional Padrão · Segurança Privada · Sakeni — Prestação de Serviços, Lda.

CódigoPOP-SP-001
Versão000
Data de emissãoPendente de validação pela organização
ElaboraESGC
AprovaDirector Geral

1. Objetivo

Definir a sequência de atividades a executar pelo pessoal de segurança privada da Sakeni durante a ronda e vigilância das instalações do cliente, garantindo a deteção atempada de situações anómalas e a proteção de pessoas e bens.

2. Âmbito de Aplicação

Aplica-se a todas as instalações de clientes onde a Sakeni preste serviços de segurança privada com pessoal fixo ou em ronda.

3. Responsabilidades

FunçãoResponsabilidade
Vigilante/Agente de SegurançaExecutar as rondas conforme o plano definido e registar as ocorrências.
Director Geral / Director Administrativo e FinanceiroAssegurar a atribuição de pessoal e supervisionar o cumprimento do procedimento.

4. Materiais e Equipamentos

5. Procedimento

  1. Verificar o estado do posto e dos equipamentos de segurança no início do turno (iluminação, portões, sistema de CCTV, se aplicável).
  2. Efetuar as rondas nos horários e percursos definidos no plano de segurança da instalação, verificando portas, janelas, vedações e áreas de risco.
  3. Registar cada ronda efetuada, com hora e observações, no livro ou aplicação de registo.
  4. Reportar de imediato ao superior hierárquico e, se necessário, às autoridades competentes qualquer anomalia, intrusão ou situação de risco identificada.
  5. Controlar a entrada e saída de pessoas e viaturas na instalação, conforme as regras estabelecidas com o cliente.
  6. Elaborar o relatório de fim de turno, com o resumo das ocorrências do período.

6. Registos Associados

7. Referências

8. Histórico de Versões

VersãoDataDescriçãoAprova
000Pendente de validação pela organizaçãoVersão inicial — procedimento genérico a validar e ajustar pelo responsável técnico da atividadeDirector Geral

Nota: este é um procedimento genérico, elaborado como ponto de partida para a Sakeni. Deve ser revisto e ajustado pelo responsável técnico da atividade de modo a refletir com exatidão a forma como o trabalho é executado na prática, antes de ser considerado um documento definitivo do SGC.